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Juliet

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"Há prisões piores que as palavras."
(Carlos Ruiz Zafón)
evig: (13 - moça)
Rapidão e sem tópicos.

Favoritei músicas que já eram favoritas, apenas formalizei. Sharon van Etten é a única artista da lista que eu conheci a pouco tempo.

Vi bastante filmes nacionais novos, alguns clássicos do expressionismo alemão e uns filmes que queria a ver há alguns anos. Destaco A Montanha Matterhorn, o preferido da lista, mas talvez o melhor filme dela seja A Criada. M; O Gabinete do Dr.r Caligari; Canção da Volta; O Exército dos Frutas; Adeus, Meninos; e para quem gosta de filmes predominantemente com diálogos, Retorno a Ítaca. Gostei muito também de Trainspotting e Garotos de Programa.

Em documentário: Cinema Novo para quem gosta do movimento ou quer conhecê-lo. Orestes tem uma carga dramática muuito forte, tanto de conteúdo quanto de linguagem. Ônibus 174; Lampião da Esquina; Botinada.

Terminei a terceira temporada de iZombie e ela mantém o que vem propondo desde a temporada anterior. Dear White People é obrigatória para todo mundo!

Livros: eu queria ter resenhado mais livros dessa lista, alguns que eu não vou destacar, mas isso fica para possíveis escritos do segundo semestre. Como de costume, a maioria foi para a faculdade, o que não quer dizer que eu não tenha gostado. Destaco Os Buddenbrook; Clássicos do Conto Russo; Cidade de Deus; É Isto Um Homem?; O Pai Goriot; O Morro dos Ventos Uivantes; Coração, Cabeça e Estômago; Garotos Malditos.

Minha produção, posso dizer, esteve acima da média dos últimos anos. Vênus em Aquário e Érika eram contos que estavam escritos ha algum tempo então eu revisei, modifiquei poucas coisas, dei título e publiquei no ao3. Os outros dois eu escrevi para desafios do wattpad, e fui ganhadora do segundo lugar com o conto Casa das Águas, que é bem mais ou menos, mas tem valor sentimental por motivos particulares. Acabei montando antologias (buscando algum sentido nos quase 100 contos que tenho) para mandar para editoras e uma agência de literatura infanto-juvenil. Todos recusados até o momento.

Esqueci de listar os poemas em prosa (?) que eu postei aqui no dw, e duas crônicas que já estavam escritas, mas eu resolvi publicar devido ao falecimento da minha avó. Esses textos eu deixo aqui, muitas vezes em posts apenas para assinantes, já que ou falam de assuntos que são muito recentes e eu não quero expô-los ainda, ou eu não sei o que fazer com eles por não serem ficção, por não serem bons, por terem menos de 300 palavras... são os textos da área cinzenta.
evig: (12 - dark)
Eu soube ontem, depois de chegar de São Paulo. Minha mãe falou “o Linkin Park morreu” e eu pensei “não, a banda não acabou, eles acabaram de lançar cd novo”. Aeh ela falou o nome do Chester e com a delicadeza dela, colocou Iridescent pra tocar. Eu coloquei os fones, fui ouvir outra coisa e ver se era verdade. E era.

Quando eu fui dormir, fiquei lembrando que a primeira vez que a gente conversou foi sobre eles. A gente já se conhecia desde o Villaça e se reconhecia como garotas que gostavam de rock. A Hagatha e a Laís tinham os assuntos delas e a gente ficava de lado. Você perguntou o que eu ouvia eu falei, e você ficou feliz e eu também.

É claro que eu tô triste. Mas tem gente muito mais triste que nós, reles fãs. Quem é a gente na fila do pão? Tem a família, os amigos, o pessoal que realmente conhecia ele e convivia com ele. A gente ainda tem a nossa relação com as músicas, com as histórias. Eu me lembro quando eu vi In the end na MTV a primeira vez, naquela época que a minha tv pegava uns canais UHF sem antena. Antes disso eu só ouvi o que todo mundo ouvia, que tocava na rádio, e as coisas do meu pai.
Pensei em monte de coisas pra te falar, mas acho que é isso.

No spotify tinha aquele verso que a gente cantava na escola: “A try so hard, and got so far. But in the end, it doesn't even matter”.
evig: (14 - cello)
No dia 1 de junho, uma quinta-feira, o Vitor Brauer, o Jonathan Tadeu e Fernando Motta fizeram um show em SP, o segundo. O primeiro eu perdi e tava chovendo pra caramba, mas dessa vez eu chamei a Ká que tinha tido uma crise de fibromialgia e as duas atoladas de trabalhos para serem feitos. Mas quarto ano, já sabemos que quando chega essa época, é preciso espairecer. Pois bem, o Vitor eu já conhecia da Lupe de Lupe, o Jonathan eu não conhecia, mas se tava no rolê com o Vitor, só podia ser gente boa, mas eu tinha ouvido pouco do som dele naquela semana porque o meu celular tinha pifado e etc. O Fernando eu tinha aquela sensação de já ter ouvido falar dele, mas não lembrava e só depois que meu computador foi arrumado é que eu vi que eu tinha o álbum dele baixado e que eu já tinha ouvido enquanto fazia faxina e coisas assim (Descoberto pelo Na Mira do Groove).

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