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Juliet

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"Há prisões piores que as palavras."
(Carlos Ruiz Zafón)

Evig

evig: (14 - cello)
No dia 1 de junho, uma quinta-feira, o Vitor Brauer, o Jonathan Tadeu e Fernando Motta fizeram um show em SP, o segundo. O primeiro eu perdi e tava chovendo pra caramba, mas dessa vez eu chamei a Ká que tinha tido uma crise de fibromialgia e as duas atoladas de trabalhos para serem feitos. Mas quarto ano, já sabemos que quando chega essa época, é preciso espairecer. Pois bem, o Vitor eu já conhecia da Lupe de Lupe, o Jonathan eu não conhecia, mas se tava no rolê com o Vitor, só podia ser gente boa, mas eu tinha ouvido pouco do som dele naquela semana porque o meu celular tinha pifado e etc. O Fernando eu tinha aquela sensação de já ter ouvido falar dele, mas não lembrava e só depois que meu computador foi arrumado é que eu vi que eu tinha o álbum dele baixado e que eu já tinha ouvido enquanto fazia faxina e coisas assim (Descoberto pelo Na Mira do Groove).

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evig: (04 - banco)
Li algumas obras de Gaimam, tanto em prosa quanto em HQ e ao ler os Filhos de Anansi, fiquei com a sensação de que este livro fora escrito por um escritor novato. Até então, nenhuma obra de Gaiman me suscitou tanto desgosto. A Verdade é Caverna nas Montanhas Negras tem um problema de verossimilhança no ponto crucial da história, o nó da trama, mas apesar disso, é uma ótima história e tem seu charme na forma mista de livro ilustrado e história em quadrinhos. Os Filhos de Anansi não tem um problema estrutural propriamente. Mas há uma série de metáforas que se anulam (por exemplo: “Fulano estava tal como Sicrando quando não estava fazendo tal coisa.”); personagens que são caricatos; o limão que não tem função alguma dentro da narrativa; o relacionamento entre o protagonista e sua noiva ser oportunamente mediocre, então quando o seu irmão aparece e fode tudo, não é um grande problema, já que eles nem se amavam mesmo...

A história gira em torno de Charles, que tem uma vida mediana e descobre que seu pai, com quem não tem uma boa relação devido a diversas humilhações sofridas na infância, morreu. Ele viaja para sua cidade natal e descobre por uma das vizinhas que tem um irmão e se ele quiser, pode chamá-lo. Sem acreditar muito no método descrito pela velha, Fat Charles (como é chamado) não só recebe a visita de seu irmão, como não consegue mais se livrar dele. Spider é o tipo de personagem que me irrita do início ao fim. Sendo um semi-deus, sua vida é fácil e muito boa, faz o que quer, manipula as pessoas e não tem problemas de consciência nenhuma, sendo o extremo oposto de Charles.
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evig: (15 - leitura)
Eu iniciei a leitura deste livro em 2012 ou 2013 e parei no capítulo XII devido às circunstâncias externas das quais eu não me lembro. Reli recentemente e integralmente.
Essa edição que tenho é a que a Leya (pelo selo Lua de Papel) lançou em 2009 devido à relação que os personagens de Crepúsculo têm com a obra. Dito isso, a capa, a orelha e a sinopse trabalham em função dessa relação, com o subtítulo O amor nunca morre! e o catálogo sistemático categorizando a obra como literatura juvenil. Eu comecei a ler O Morro do Ventos Uivantes por indicação e esta era a edição que veio parar aqui em casa... mas eu sabia antecipadamente sobre o plot e que a obra faz parte do cânone literário, e por isso, não pode ser apenas “uma surpreendente história de amor”, como esta edição faz crer. Não estou querendo dizer que uma história de amor não possa constar num cânone literário. Romeu e Julieta é canônico. Mas a história de Cathy e Hearthcliff tem mais implicações complexas que uma história de amor simplesmente.
[Spoilers]
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